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(E B E A E B E)
Toda noite eu tô sozinho,
Precisando de carinho
E saio a procurar.
Caminhando pelo mato
Chego até o pensionato
Onde ela foi morar.
Era a minha namorada,
Que se se foi sem dizer nada
Para nunca mais voltar.
Uma freira desalmada
Que esconde a minha amada,
Me obrigando a chorar.